Relógios que Param por Amor – Capítulo XIV

Promessa no Tempo. Era noite. Daquelas que parecem suspensas entre o ontem e o amanhã, onde o tempo se recolhe e o silêncio se estende como

Relógios que Param por Amor

O tempo sempre corre, mas diante do amor ele se curva. Os ponteiros que insistem em avançar se tornam lentos, como se respeitassem a intensidade de dois corações que se encontram. Ela sente que cada segundo ao lado dele se estende em eternidade. Ele percebe que cada instante com ela é infinito, como se o relógio se rendesse ao desejo e deixasse de marcar horas.

Não há pressa quando o amor é verdadeiro. O mundo pode girar, os dias podem mudar, mas dentro deles tudo permanece suspenso. O toque dura mais do que deveria, o olhar se prolonga além do possível, o beijo se transforma em eternidade. O tempo não desaparece, apenas se curva, apenas se entrega, apenas se torna cúmplice.

Ela fecha os olhos e sente que o momento não termina. Ele respira fundo e percebe que o instante não se dissolve. É como se o universo inteiro parasse para contemplar o amor deles, como se cada relógio se calasse diante da intensidade que não pode ser medida. O tempo não é inimigo. O tempo é testemunha. E quando o amor arde, ele se rende.

Relógios que param não são falha, são milagre. São sinais de que o sentimento é maior do que qualquer medida. São lembrança de que há encontros que não cabem em minutos, há paixões que não cabem em horas, há eternidades que se revelam em um único instante. E assim, quando eles se tocam, o tempo se curva. Porque diante do amor, até os relógios sabem que não há como seguir.

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