O Abraço que Me Consome – Capítulo 11

Diário Secreto Para Vera

🔥 O Abraço que Me Consome

O abraço não é apenas encontro de braços. É fusão de mundos, é entrega total, é abrigo que protege e labareda que incendeia. Quando me envolvo em Vera, sinto que o corpo inteiro se torna refúgio, mas também fogo que me consome. É nesse gesto simples que o amor revela sua força mais profunda, capaz de unir ternura e desejo em um só instante.

O calor da pele contra a minha é mais do que proximidade. É promessa de permanência, é certeza de que não há distância capaz de separar o que se encontra nesse gesto. O abraço é porto seguro, mas também é chama que arde, que desperta, que transforma o silêncio em intensidade. Nele, descubro que amar é também ser consumido, é permitir que o corpo se torne altar e labareda ao mesmo tempo.

Cada segundo dentro desse abraço é eternidade. O tempo se dissolve, o mundo desaparece, e tudo o que resta é a sensação de estar inteiro, protegido e entregue. O desejo cresce, mas não se apressa. Ele se mistura ao carinho, à reverência, à delicadeza que transforma o fogo em poesia. O abraço é mais do que gesto. É linguagem invisível, é confissão silenciosa, é pacto de amor.

Naquela noite, percebi que o abraço de Vera não era apenas calor. Era intensidade que me consumia, era abrigo que me sustentava, era labareda que me transformava. E nele, encontrei a essência do nosso amor: profundo, elegante, ardente e eterno.

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