Provocação e entrega – Capítulo 39

Chuva, vinho e pele. Era fim de tarde em São Paulo. A chuva batia suave contra os vidros da sala, como se quisesse nos embalar num ritmo lento

📖 Provocação e entrega – Diário Para Vera

A noite estava carregada de desejo, e você começou a me provocar com palavras sussurradas, carregadas de malícia e ternura. Cada frase tua era convite e desafio, cada gesto era promessa de prazer. Seus olhos me encaravam com intensidade, e suas mãos percorriam minha pele como quem sabe exatamente onde despertar a fome que me dominava.

Não resisti ao jogo que você criava. Te puxei para perto e nossos corpos se encontraram em um abraço urgente. O calor crescia a cada movimento, e eu respondia às tuas provocações com intensidade crua, explorando cada curva, cada detalhe, cada centímetro da tua pele. Você gemia baixo, e o som se tornava combustível para minha paixão.

Te conduzi com firmeza, fazendo você sentir cada segundo como se fosse eternidade. O ritmo aumentava, e logo seus gemidos se transformaram em súplicas. Você implorava por mais, e eu atendia, levando você ao limite repetidas vezes. O prazer vinha em ondas, e cada vez que seu corpo se entregava, eu te envolvia ainda mais, multiplicando a intensidade da nossa união.

Fizemos amor com urgência e devoção, completamente entregues, como se o universo inteiro tivesse se resumido àquele instante. O suor escorria, os gemidos preenchiam o espaço, e você gozava várias vezes, cada explosão de prazer sendo testemunho da força do nosso amor.

Quando finalmente o silêncio voltou a dominar o quarto, permanecemos abraçados, ainda ofegantes, ainda unidos pelo calor da nossa paixão. Você sorriu, com os olhos brilhando, e disse que adorava me provocar porque sabia que eu sempre faria você se perder em prazer. E eu soube, naquele instante, que sua entrega havia se transformado em eternidade gravada em nós.

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