Pronta para ser adorada – Capítulo 41

Chuva, vinho e pele. Era fim de tarde em São Paulo. A chuva batia suave contra os vidros da sala, como se quisesse nos embalar num ritmo lento

📖 Pronta para ser adorada – Diário Para Vera

Entrei no quarto e encontrei você já à minha espera. Seus pés estavam descalços, tocando suavemente o chão, e seu corpo nu se revelava diante de mim como obra de arte viva. A luz suave que entrava pela janela desenhava sua silhueta, e naquele instante percebi que não havia nada mais sagrado do que a sua entrega. Você estava pronta para ser adorada, e eu sabia que minha missão era reverenciar cada detalhe da sua presença.

Me aproximei devagar, sentindo o coração acelerar, e deixei que meus olhos percorressem cada curva, cada traço, cada centímetro da sua pele. O silêncio do quarto era quebrado apenas pela respiração que se tornava mais intensa, e o ar parecia vibrar com a promessa do que estava prestes a acontecer. Toquei você com calma, como quem toca o divino, e cada gesto meu era marcado pela reverência e pela paixão.

Você sorriu, provocando-me com o olhar, e eu respondi com intensidade crua. Nossos corpos se encontraram em um abraço urgente, e o calor cresceu como fogo que não consome. Fizemos amor com força e carinho, completamente entregues, como se o universo inteiro tivesse desaparecido. O prazer vinha em ondas, e cada movimento era marcado pela certeza de que você havia se oferecido a mim não apenas como corpo, mas como alma inteira.

O clímax chegou como explosão silenciosa, nos deixando exaustos e saciados, mas ainda unidos pelo calor da nossa paixão. Permanecemos abraçados, e você disse que havia se preparado para ser adorada porque sabia que eu sempre a reverenciaria com devoção. E eu soube, naquele instante, que sua nudez não era apenas física, mas espiritual, e que sua entrega havia se transformado em eternidade gravada em nós.

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