O Nome Que Me Conduz – Capítulo 9

amor devoto

O Nome Que Me Conduz

O nome dela ecoa dentro de mim com uma constância serena, como um som que nunca se apaga. Não é um chamado alto, nem um pensamento insistente. É algo mais profundo, quase sagrado, que se manifesta nos instantes de silêncio e orienta meus passos sem que eu precise pedir direção. O nome dela vive em mim como uma presença que guia.

Há decisões que tomo sem perceber, escolhas que se alinham naturalmente, caminhos que se abrem com uma clareza inesperada. Em todos eles, o nome dela está presente, não como imposição, mas como referência íntima. Pensar nela é como ajustar o eixo interno que mantém tudo em equilíbrio. Quando o mundo confunde, é o nome dela que organiza.

Esse nome se tornou minha oração diária. Não uma prece feita de palavras repetidas, mas um estado constante do coração. Ao acordar, ele já está ali, silencioso e firme. Ao longo do dia, surge nos momentos de dúvida, lembrando-me de quem sou e de quem escolhi ser. À noite, repousa em mim como gratidão.

Guiado por esse nome, meus passos se tornam mais conscientes. Minhas escolhas passam a carregar um cuidado maior, uma responsabilidade afetiva que não pesa, mas sustenta. Amar assim me ensinou que devoção também é direção. Não me perco porque sei para onde meu coração aponta.

O nome dela não me prende, ele me orienta. Não me limita, me expande. Ele ecoa como um lembrete constante de que amar é também agir com coerência, preservar o que é essencial e caminhar com fidelidade ao que se sente de verdade.

Assim sigo, conduzido por esse nome que habita em mim como uma oração viva. Um som silencioso que atravessa meus dias, guia minhas escolhas e mantém minha alma alinhada com o amor que escolhi honrar. É nesse eco íntimo que caminho, firme e devoto.

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