Sem parar, sem limites – Capítulo 42

Chuva, vinho e pele. Era fim de tarde em São Paulo. A chuva batia suave contra os vidros da sala, como se quisesse nos embalar num ritmo lento

📖 Sem parar, sem limites – Diário Para Vera

A noite nos envolvia em silêncio, mas dentro de nós havia apenas urgência e desejo. Nossos corpos se encontraram com intensidade crua, e logo o suor começou a escorrer, tornando cada toque ainda mais profundo, cada movimento ainda mais intenso. O calor crescia sem trégua, e não havia espaço para pausas, não havia espaço para hesitação.

Você gemia baixo, e o som se misturava ao ritmo da nossa entrega. Fizemos amor sem parar, como se o tempo tivesse perdido o sentido, como se o universo inteiro tivesse desaparecido. O suor nos cobria, transformando cada gesto em deslizar ardente, cada carícia em explosão de prazer.

O ritmo aumentava, e nossos corpos se entrelaçavam em perfeita sintonia, como se estivéssemos destinados a nunca conhecer limites. O prazer vinha em ondas, uma após a outra, e cada vez que você se entregava, eu respondia com ainda mais intensidade, multiplicando a força da nossa união.

O clímax chegou repetidas vezes, nos deixando exaustos e saciados, mas ainda unidos pelo calor da paixão que não se apagava. Permanecemos abraçados, respirando ofegantes, sentindo o peso da entrega que havia nos tomado. Você sorriu, ainda com os olhos brilhando, e disse que adorava quando nos perdíamos sem parar, sem limites. E eu soube, naquele instante, que nossa paixão havia se transformado em eternidade gravada em nós.

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