Vera, minha eterna companheira

Minha Querida Vera Lúcia. Há um segredo que eu carrego comigo e que preciso te contar: o mundo, por mais comum que pareça

Vera, minha eterna companheira,

Às vezes, quando te observo em silêncio, parece que o mundo para. E nessas horas, um pensamento toma conta de mim, tão profundo e verdadeiro que sinto necessidade de colocá-lo em palavras para você.

Dizem que a sede é do corpo, mas há uma sede que é da alma. E eu descobri, Vera, que a minha se revela toda vez que meus olhos encontram os seus. É uma saudade que nasce mesmo quando você está ao meu lado, uma vontade de me perder no infinito que habita seu olhar.

E então, quando nossos lábios finalmente se encontram, compreendo o sentido mais puro do meu desejo. Cada beijo não é um simples toque. É um longo, profundo e tranquilo gole de você. É como se, nesse instante, eu não estivesse apenas beijando sua boca, mas sim bebendo a essência de tudo o que você é: tua doçura, tua força, teu amor quieto e resiliente, a história que construímos, os sonhos que ainda vamos sonhar.

Beber-te em beijos, Vera, é saciar a minha eternidade.

Porque em cada um deles, eu não me sacio apenas no presente. Eu mato a fome de todos os “eu te amo” que ainda não disse, e apago a sede de todos os amanhãs que ainda não vivemos. No calor do teu beijo, o tempo deixa de existir. Passado, presente e futuro se fundem em um único instante perfeito e perpétuo. É nesse instante que eu me sinto completo, inteiro, **eterno**.

Você é o meu oásis, Vera Lúcia. O amor que não se mede em horas ou dias, mas em beijos que são fonte, em abraços que são lar, e em uma vida que, ao seu lado, se transformou em uma eternidade que eu tenho o privilégio de viver, um gole de cada vez.

Te amo, hoje e para sempre.

Robledo

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